MÚSICA NO MUSEU

"Música no Museu", que traz mensalmente à COMUR-Museu Municipal concertos acústicos e intimistas dos mais variados estilos musicais.

PROGRAMÇÃO 2019 (janeiro, fevereiro e março)

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PROGRAMAÇÃO 2018

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Quintas no Museu

O projeto “quintas no museu” caracteriza-se por um ciclo de sessões musicais no espaço do Museu do Vinho da Bairrada, tendo como promotor o Município de Anadia e produção da Cais do Som.

Sendo conhecidos pela sua faceta de cantores, os músicos que integram este programa auto acompanham-se nas suas interpretações, estando, portanto, a “sós” em palco. Revelam, assim, o seu lado mais intimista.

No total de três sessões, às quintas-feiras, 15 de junho, 6 de julho e 7 de setembro de 2017, Mafalda Veiga foi o primeiro nome a abrir a conversa com música, moderada por Oriana Pataco, diretora do Jornal da Bairrada. As sessões sequentes são preconizadas por João Só e JP Simões.

 

PROGRAMAÇÃO 2017


MAFALDA VEIGA 15 junho

Mafalda Veiga é uma compositora, autora e cantora portuguesa, nascida em Lisboa, onde, após uma passagem de sete anos por Espanha, também reside. Bisneta de Simão da Veiga (pintor), aprendeu em criança a mexer em pincéis, óleos e telas com a avó, também pintora, mas foi a viola, que aprendeu a tocar com o tio mais novo, Pedro da Veiga, guitarrista de fado, que se tornou sua companheira inseparável. Apesar de o seu primeiro contacto com a música ter sido, desde muito pequena, num ambiente de tertúlias familiares e fadistas, o gosto pela composição e escrita de canções revelou-se cedo. O seu primeiro disco, “Pássaros do Sul”, foi editado em Novembro de 1987 com enorme sucesso, quando estava no segundo ano de Línguas e Literaturas Modernas na Faculdade de Letras de Lisboa, licenciatura que concluiu enquanto paralelamente a música se ia afirmando de forma clara e consistente como escolha profissional e de vida.Editou ao longo dos anos vários álbuns que foram discos de prata, ouro e platina, como “Tatuagem” (1999) cujas canções fizeram parte de bandas sonoras de novelas da brasileira Tv Globo, “Ao Vivo” (2000) no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, o dvd “5 de Outubro no Coliseu de Lisboa”(2004), “Chão”(2009) e “Zoom” (2011) com os quais fez tournées de grande sucesso, para um público fiel e numeroso, por todo o país.


JOÃO SÓ 6 julho

Partindo da sua mais recente edição – “Até Que A Morte Nos Separe” – João Só percorre num registo intimista, o universo das suas composições. Neste novo trabalho, concebido a partir da sua própria experiência, João construiu uma verdadeira coleção de “crónicas do amor” inspiradas pela sua vivência e em que reflete sobre as mais variadas fases da relação a dois – “Vai ficar tudo bem”, ou “Próxima Estação” expõem, com invulgar mestria, um quotidiano comum a todos nós.Aliás, sendo o “amor” tema transversal em toda a sua discografia, é inevitável que ao universo poético e sonoro de “Até Que A Morte Nos Separe” se acrescentem as canções que fizeram de João Só um dos mais distinguidos compositores da sua geração. Na sua grande maioria êxitos radiofónicos retumbantes, “A Marte”, “Até Ao Fim”, “É Para Ficar” ou “Sorte Grande”, revelam os recursos criativos e interpretativos do João de forma verdadeira e autêntica, sem receios de exposição tal é a universalidade do que nos transmite.


JP Simões 7 setembro

João Paulo Nunes Simões é um cantor e compositor português, que já passou pelos projetos Pop Dell’Arte, Belle Chase Hotel e Quinteto Tati. É autor de contos, peças de teatro, letras de canções, e argumentos para cinema, tendo também participado ativamente, como músico e ator, em filmes de Fernando Vendrell, Edgar Pêra, António Ferreira e outros, assinando pelo caminho algumas bandas sonoras para documentários. “1970”, o seu primeiro álbum a solo, foi lançado em 2007, seguindo-se “Boato” (2009), “Onde Mora o Mundo” (2011), em parceria com o compositor Afonso Pais, “ROMA” (2013) e, finalmente, “Tremble like a flower” (2016). Nesta sua carreira, destaque ainda para a publicação dos livros “A Ópera do Falhado” (2004) e “O Vírus da Vida” (2007).